4 Comentários
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Avatar de Luciano Baêta

Tenho lido seus textos e achado bem interessante a perspectiva sobre IA. :) Trabalho com audiovisual e ainda tenho bastante pé atrás com dois pontos desse assunto. O primeiro, mais óbvio, é sobre o lado ético/moral (igual uma pessoa vegetariana que talvez adore o sabor da carne, entende que é importante as proteínas e vitaminas ali, mas se recusar a comer por princípios) e o segundo, menos óbvio, é sobre processo acima de resultado (acredito que do ponto de vista de quem cria, "eficiência demais" tende a podar o momento em que a criatividade brilha). Essa é a parte que menos vejo comentarem e escrevi um texto sobre isso aqui também. Mas entendo que só vale pro lado artístico/pessoal. Quando se fala sobre mercado, aí a história é outra, hahah! Enfim, parabéns pelos textos!

Avatar de Dindi Coelho

Valeu pelo comentário, Luciano! Bons pontos colocados

O lado ético é bem complexo mesmo, inclusive nesse lugar do uso pessoal x como o mundo está implementando a tecnologia. Uma vez que grandes corporações e mercado abraçam IA, é bem complicado botar a conta e responsabilidade no uso individual né? É quase como cobrar das pessoas de tomar banho mais rápido pra poupar a água do agronegócio hahaha.

Sobre o lado de processo, concordo. Acho que tem um lado de processos internos das empresas que vai simplesmente abraçar o uso pela eficiência. A VER (agora vou lá ler seu texto também)

Avatar de Luciano Baêta

Sim! No âmbito profissional tenho nem escolha de não usar, mas parece que pessoal tá começando a perceber que a eficiência por acabar virando retrabalho e que o custo não é baixo assim… Por exemplo, muita coisa de vídeo acaba gastando o mesmo tempo e dinheiro pra fazer com IA (e ficar bom de verdade). Fora que estão começando a sacar que se der pra perceber que é IA (ou supor) isso é ruim pra valor de marca (mostra falta de “craft”, cuidado, exclusividade…). Enfim, muita coisa pra acontecer ainda nesse campo.